O SONHO VIROU REALIDADE!!

Boeing se prepara para entregar um número recorde de encomendas do 787 Dreamliner, seu novo e revolucionário avião de passageiros que está em fase de testes para certificação
O novo 787 Dreamliner, o avião comercial que promete mudar — para melhor — a forma com que estamos acostumados a voar. Assim como o inglês Comet e o Boeing 707, os primeiros jatos a transportar passageiros no mundo na década de 1950, o Dreamliner vai marcar uma era: a dos aviões de plástico supereficientes. Melhor dizendo, CFRP (Carbon Fiber Reinforced Plastic) que significa fibra de carbono processada com outras resinas.

Foto do Boeing 787

Foto do Boeing 787
foto externa Boeing 787

Cockpit Boeing 787

Interior Boeing 787

MÍNIMOS METEOROLÓGICOS PARA OPERAÇÃO VFR

MÍNIMOS METEOROLÓGICOS PARA OPERAÇÃO VFR

METAR - METEOROLOGICAL AVIATION ROUTINE

METAR - METEOROLOGICAL AVIATION ROUTINE

Simbologias

Simbologias

TIPOS DE NUVENS E PRESSÃO ATMOSFÉRICA

TIPOS DE NUVENS E PRESSÃO ATMOSFÉRICA

CARTAS AERONÁUTICAS (SIMBOLOGIA)

CARTAS AERONÁUTICAS (SIMBOLOGIA)

PARTES DA ACFT - AVIÕES

PARTES DA ACFT - AVIÕES




TABELAS DE NÍVEIS DE CRUZEIRO E ALFABETO FONÉTICO

TABELAS DE NÍVEIS DE CRUZEIRO E ALFABETO FONÉTICO

CIRCUITO DE TRÁFEGO PADRÃO

CIRCUITO DE TRÁFEGO PADRÃO

ILUMINAÇÃO DA PISTA

ILUMINAÇÃO DA PISTA


AEROPORTOS E TABELAS

AEROPORTOS E TABELAS


PROCEDIMENTOS DE ESPERA, ATIS E VOLMET

PROCEDIMENTOS DE ESPERA, ATIS E VOLMET

VELOCIDADDES PARA PROCEDIMENTOS DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTOS

VELOCIDADDES PARA PROCEDIMENTOS DE APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTOS

Aeronaves que voei:

AB11-Aeroboero 115,
P32R-Sertanejo,
P28T-Corisco Turbo;
C310-Cessna 310;
PA34-Seneca II e III;
BE55-Baron 55;
BE58-Baron 58,
C208-Caravan;
Boeing 737-700/800.

Mostrando postagens com marcador VFR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador VFR. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Classificaçãodo espaço aéreo - ATS

Os espaços aéreosATS são classificados e designados
alfabeticamente, de acordo com o seguinte:

ClasseA - São permitidos somente vôos IFR; todos os vôos
estão sujeitos a ATC e são separados entre si.
Ex.: Aerovias inferiores acima do FL 145, aerovias superiores.

ClasseB - Vôos IFR e VFR são permitidos; todos os vôos
estãosujeitosaoATC esãoseparadosentre si.
Ex.: Certas TMA.

Classe C - São permitidos vôos IFR e VFR; todos sujeitos ao ATC. Os vôos IFR são separados entre si e dos vôos VFR. Os vôosVFR são separados dos IFR e recebem informação de tráfego em relaçãoaos outros VFR e aviso para evitar tráfego quando requerido.
Ex.: Aerovias inferiores abaixo do FL 145.

ClasseD - Vôos IFR eVFR sãopermitidos; todos sujeitos ao ATC. Os vôos IFR são separados entre si e recebem informação de tráfego em relação aos VFR e aviso para evitar tráfego quando requerido. Os vôos VFR recebem apenas informação de tráfego em relação a todos os outros vôos(e aviso para evitar tráfego quando requerido).
Ex.: TMA até FL 145 e CTA do FL MIN ao FL 145, CTR.

Classe E-Vôos IFR e VFR são permitidos; apenas os vôos IFR estão sujeitos ao ATC e são separados de outros IFR. Todos os vôos recebem informação de tráfego sempre que for possível. As aeronaves VFR podem voar nesse espaço aéreo sem autorização.
Ex.: CTR/TMA FL MIN ao FL 145.

ClasseF - São permitidos vôos IFR e VFR; apenas os vôos IFR recebem ADS.Todos os vôos recebem FIS, quando requerido.
Ex.: Rota de assessoramento.

ClasseG- São permitidos vôos IFR eVFR, recebendo somente FIS quando requerido.
Ex.: Região de Informação de Vôo (FIR).

quinta-feira, 5 de junho de 2008

METAR

METAR - designa uma informação de observação meteorológica de Superfície de rotina, para fins aeronáuticos, segundo os padrões internacionais da Organização Meteorológica Mundial.

Elementos que constituem a mensagem METAR:

(1) Local

(2) Dia e Hora

(3) Vento

(4) Visibilidade

(5) Alcance visual

(6) Tempo Presente da Pista

(7) Nebulosidade

(8) Temperatura do Ar e do Ponto de Orvalho

(9) Pressão do Nível do Mar -> para ajuste do Altímetro (QNH)

Significado dos grupos:

METAR = nome internacional do código.

LOCAL (1) = indicador de localidade (ICAO) ; local da observação.

Ex. :SBRJ, SBSP, SBBR.

DIA e HORA (2) = dia e horário (em horas e minutos) oficiais da observação (HORA UTC), seguida de Z (zulu).

Ex.: 250310Z

VENTO (3) = direção, velocidade e unidade de velocidade do vento.

Direção do vento: é relativa ao Norte Verdadeiro, de l0 em l0 graus inteiros e registrada com 3 algarismos.

Ex. : 080° = 080, 180° = 180.

Vento variável = VRB.

l" - Será codificado VRB somente se :

a) A velocidade for igual ou menor que 03 kts

Ex. : VRB02KT.

b) a velocidade for maior que 03 kts, mas a direção for impossível de ser mantida, quando por exemplo, uma trovoada estiver sobre o aeródromo.

Ex. : VBR23KT

- Se durante o; 10 minuto; precedentes da observação, a direção do vento variar de 60° ou mais e a velocidade média do, vento for maior que 03 kts. as duas direções extremas deverão ser informadas na ordem do sentido do ponteiros do relógio, com a letra V 1nserida entre as duas direções.

Ex.: 3 lo15G27KT 280V350.

O vento infirmado deverá será média dos 1ú minutos precedentes à hora da observação. Se durante este período tiver ocorrido descontinuidade significativa de no mínimo 02 minutos, os valores médios deverão ser medidos no período pós descontinuidade.

Velocidade do vento - é indicada por 2 algarismos até 99 e por 3 Algarismos a partir de 100, sempre seguido da unidade de velocidade (KMH, MPS ou kts). No Brasil o adotado é o kts (nó).

Ex. : 0601OKT 2801 20KT

- O vento calmo será codificado como 00000KT (sempre que a velocidade for menor que 01 nó).

- O vento de rajada, quando durante um período de 1 0 minutos que precede o horário da observação for verificado uma velocidade máxima do vento que exceda em l0 kts ou mais a velocidade média, será representado da seguinte forma:

Ex. : 12012G20KT

27008G25KT

VRB15G30KT

VISIBILIDADE = será informada de 50 m em 50 m até 500 m; de 500m a 5000 m de 100m em 100m e de 5000m a 9999m, de 1000m em 1000m.

Para visibilidade de 10000 m (10km) e acima será usado 9999. A visibilidade reportada será sempre a menor visibilidade observada, em 4 algarismos-

Ex.: 5000, 0250, 0150, 3500.

Notas:

1- quando a menor visibilidade for inferior a 5000 m e haja variações direcionais de no mínimo 50% desta visibilidade mínima, será informada a visibilidade mínima e o setor em que ela está ocorrendo.

Ex. : 3000 SE.

2- quando a visibilidade mínima for menor que 1500 me haja, em outra direção, visibilidade maior que 5000 m, esta deverá ser informada.

Ex.: 1200S 6000N

0400SW 8000NW

ALCANCE VISUAL DA PISTA (RVR) = é usado em aeródromo; que operam com pouso e decolagem de precisão.

R = indicativo do grupo; a seguir vem o número da cabeceira de pista para a qual é fornecida a visibilidade, pode ser seguida de L, C ou R (esquerda, central ou direita) quando houver pistas paralelas.

Ex. : R 12L/, R08C/

Após, vem a visibilidade que ocorre na cabeceira da pista. Este grupo será incluído na mensagem sempre que :

1°) a visibilidade estimada e registrada for menor que 1500m; ou

2°) o alcance visual da pista for menor que 1500 m.

Poderá ser utilizada uma tendência para o RVR, quando for notada:

- tendência de aumento da visibilidade "U"

- tendência de diminuição da visibilidade "D"

- não houver tendência em relação à visibilidade "N"

Ex. : R08/1200 D; R 10/0600 U; R20/1000 N

OBS.: Quando à visibilidade relatada for menor que 1500 m e o valor do RVR for maior que o máximo que pode ser medido, o RVR será informado como P 1500.

Ex.: R 10/P 1500.

Quando o RVR for abaixo do menor valor que pode ser medido, o RVR será informado como M, seguido pelo mínimo que pode ser medido

Ex. : R 15/M 0050.

TEMPO PRESENTE = fenômeno de tempo presente significativo composto, em geral, de um único fenômeno, podendo, entretanto ,ser relatado com até três fenômenos, no máximo.

O TEMPO PRESENTE terá sempre um qualificador de intensidade ou descritor à frente do fenômeno que estão correndo.

Quantificador de intensidade:

Sinal(-): indica intensidade leve;

Sinal(+): indica intensidade forte;

Sem sinal: indica intensidade moderada ou não relevante.

Quantificador de proximidade ou vizinhança: VC - é considerada vizinhança a área num raio de 8 km.

Ex.:

VCSH =pancada nas vizinhanças (precipitação, sem descrição do tipo).

VCFG = nevoeiro nas vizinhanças (visibilidade inferior a 1000 m).

VCSS = tempestade de areia nas vizinhanças.

VCDS = tempestade de poeira nas vizinhanças.

Descritores: para descrever o fenômeno.

MI = BAIXO (visibilidade acima de 2 m de altura é igual ou superior a 1000 m e, abaixo de 2 m de altura inferior a 1000 m).

Ex.: MlFG = nevoeiro baixo.

PR = PARCIAL (parte substancial do aeródromo coberta por nevoeiro, enquanto outra parte permanece clara).

Ex. : PRFG = nevoeiro parcial

BC = BANCO (a visibilidade é inferior a 1000 m e, nos arredores do aeródromo é igual ou superior a 1 000m). O banco de nevoeiro se estende acima de 2 m de altura.

Ex. : BCFG = banco de nevoeiro.

SH= PANCADA (para qualificar forma de precipitação).

Ex.: SHRA = pancada de chuva; SHSN = pancada de neve.

TS = TROVOADA (trovoadas com ou sem precipitação). Quando usado isoladamente, TS significa trovoada sem precipitação.

Ex. : TS = trovoada; TSRA= trovoada com chuva; TSGS = trovoada com granizo leve.

Fenômenos de Tempo Presente

a) Precipitações

DZ = DRIZZLE = chuvisco

RA = RAIN = chuva

GR = HAIL= granizo (diâmetro das maiores pelotas for de 5 mm ou mais)

GS = SOFT HAIL = granizo leve (usado em todos os outros casos)

SN = SNOW = neve

SG = SNOW GRAINS = grãos de neve

b) Obscurecedores

FG=FOG= nevoeiro (visibilidade inferior a 1000m).

HZ = HAZE = névoa seca (visibilidade igual ou menor que 5000 m, umidade relativa do ar menor que 80%).

FU = SMOKE = fumaça (visibilidade igual ou menor que 5000 m ).

BR=MIST= névoa úmida (visibilidade entre 1000 e 5000m, inclusive, umidade relativa do ar de 80% ou mais).

DU = DUST = poeira (visibilidade igual ou menor que 5000 m ).

SA = SAND = areia ( visibilidade igual ou menor que 5000 m ).

c) Outros fenômenos

FC = FUNEL CLOUD = nuvem funil - tornado ou tromba d'água.

PO = DUST/SAND = poeira ou areia em espira1; bem definidas.

SQ = SQUALL = tempestade.

SS = SAND STORM = tempestade de areia.

DS = DUST STORM = tempestade de poeira.

Ex.: VCFG; - SHRA; + TSGR; MIFG; + RASN; - DZSN; TS; BLSN; TSRA.

NEBULOSIDADE

A quantidade da; nuvens é obtida visualmente por estimativa em oitavos e codificada; da seguinte maneira:

FEW = POUCO = 1 a 2 oitavo;.

SCT = ESPARSO = 3 a 4 oitavo;.

BKN = NUBLADO = 5 a 7 oitavos.

OVC = ENCOBERTO = 8 oitavos.

Camadas: a codificação das nuvens será da mais baixa para a mais alta.

1~ Camada = a mais; baixa, independente de qualquer altitude;

2~ Camada = a próxima, em altura, com mais; de 2/8;

3" Camada = a seguinte, com mais de 4/8:

4" Camada = grupo adicional = TCU ou CB, com qualquer quantidade, quando não puder ;ser enquadrado nos casos; anteriores;.

ALTURA DAS NUVENS

A altura ;será informada em unidade; de 30m ou centenas de .

Ex.: FEW005, FEW010CB, SCT020. BKN 100. OVC 180.SCT 025 TCU.

OBS. :

l- em estações de montanha, quando as nuvens; estão abaixo do nível da estação é utilizado um grupo de 3 barra(///) após; a quantidade de nuvens..

Ex.: BKN///: OVC///

2- como céu obscurecido, devido a fenômenos como nevoeiros, névoas; precipitações; ou tempestades, ;será usado o grupo de visibilidade vertical.

Ex.:

VV001 – visibilidade vertical de 100 pés; ou 30 m.

VV/// - impossibilidade de se avaliar a visibilidade vertical.

CAVOK = significa “Ceiling and Visibility OK'' e é utilizado no METAR, em substituição à visibilidade, RVR, Tempo Presente e nebulosidade, desde que ocorram, simultaneamente, as seguintes condições:

1- Visibilidade for de 10km ou mais;

2 - Nenhuma nebulosidade abaixo de 1500 m (5000 pés) ou abaixo da altitude mínima do setor mais elevado,.qualquer que seja a maior e sem CB ;

3 - Ausência de:

- precipitação ;

- trovoada;

- tempestade de irei ai

- tempestade de poeira;

- nevoeiro baixo;

- areia soprada;

- poeira soprada;

- neve soprada;

- nuvem funil (tornado ou tromba d'agua;

- cinzas vulcânica;.

Quando não existir nuvens e CAVOK não for apropriado, usa-se a abreviatura SKC.

SKC = céu claro ( ausência de nuvens).

TEMPERATURA DO AR E DO PONTO DE ORVALHO

São representados em graus Celsius; (centígrados) inteiros.

Ex.: 21,5° =22°: 21,4°=21°.

O; valores situados entre +9° e -9° serão precedidos de zero (0) e as temperaturas negativas serão precedidas por (M).

Ex.: 9°C = 09; -9°C = M09; -3°C = M03.

PRESSÃO AO NÍVEL DO MAR PARA AJUSTE DO ALTÍMETRO - QNH.

- São informados na unidade HECTOPASCAL (hPa ) em valores inteiros, com quatro algarismos e precedidos da letra Q.

- Quando houver parte decimal, ;será ;sempre arredondado para o valor inteiro imediatamente abaixo.

Ex.: l021,9hPa=Q1021

1018,7 hPa = Q1018

Para valores inferiores; a 1000 hPa, o valor numérico será precedido do número zero (0).

Ex. : 975.6 hPa = Q 0975

OBS.: Apesar de não ser o caso do Brasil, poderá também ser usada a unidade "Polegadas de Mercúrio" para informar o QNH. Neste caso, o valor numérico será precedido da letra A.

Ex.: A 2992 ou A 3025

INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES

Para divulgação internacional deverão ser usadas apenas informações sobre fenômenos de tempo recente de significação operacional e cortantes do vento à baixa altura, ou seja, abaixo de 500m ou 1600 pés.

O Brasil adotou somente estas duas informações suplementares que poderão ser incluídas na mensagem METAR.

l - Fenômeno de tempo presente durante a hora precedente: RE

O fenômeno relatado deverá ter ocorrido durante a hora anterior, nunca na hora da observação (10 minutos precedentes).

Serão usadas as letras "RE" precedendo a abreviatura do fenômeno. Este grupo somente se relaciona com os seguintes fenômenos:

- Precipitação congelante;

- Precipitação moderada ou forte (inclusive pancadas) ;

- Neve soprada, moderada ou forte (inclusive tempestade de neve) ;

- Tempestade de poeira;

- Tempestade de areia;

- Trovoada;

- Nuvem funi1 (tornado ou tromba d’água) ;

- Cinzas vulcânicas.

Nota - Não são requisitados os1ndicadores de intensidade ou característica da precipitação.

Ex. : Trovoada 20 minutos antes do período de observação com pancadas de chuva forte na hora da observação será codificado como REST.

2 - Informação de cortantes do vento à baixa altura: WS

Ex. : WS RWY12

WS RWY34

WS ALL RWY

Nota: Uma informação de tesoura de vento proveniente de uma aeronave, será reportada em todas as mensagens METAR/SPECI, até o próximo informe regular.

Para divulgação nacional e com finalidade de apoio às operações de helicópteros, as estações meteorológicas aeronáuticas localizadas e plataformas marítimas, darão informações do estado do mar e temperatura da superfície do

mar. Tais informações serão colocadas no final da mensagem.

Ex.: MAR ALTO

MAR MUITO AGITADO

A temperatura da superfície do mar deverá ser informada tão logo tais estações disponham de equipamento apropriado, precedida da letra T, em graus Celsius.

Ex.: TI 8 (indica 18°C);

TM02 (indica -02°C).

No METAR:

-METAR SBGP 161000Z 31025KT 9999 BKN017 OVC080 22/20 Q1012 REDZ MAR AGITADO T16

EXEMPLOS DE METAR

-METAR SBSJ l01800Z 32020KT 2000+RA SCT005 OVC 100 25/24 Ql020

-METAR SBSP 122000Z 30006KT 3000 SHRA BKN040TCU 28/25 Q1022

-METAR SBGL 160900Z 24006KT 0800FG BKN010 OVC080 20/20 Q1017

-METAR SBRF200900Z 02010KT 9999 SCT020 27/23~ Ql020

- METAR SBBH 131700Z 30002KT 4000 SKC 26/18 Q1025

- METAR SBGW 052000Z 20006KT CAVOK 23/1 8 Q1030

- METAR SBGR 151700Z 30020KT 2000 +TSRA SCT005 BKN050CB 21/19 Q1016 WS RWY28

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

CARTAS AÉREAS

Na aviação, assim como em toda ciência, há uma padronização de procedimentos para que os vôos operem com toda a segurança. Nos vôos sob regras visuais, o piloto é responsável por toda a navegação de acordo com aquilo que ele vê no terreno. Já nos vôos por instrumentos, o piloto pode voar até mesmo em condições em que não tenha qualquer referência visual do relevo. Neste último caso é que se vê a extrema importância de se obedecer a determinados procedimentos para se evitar colisões. É exatamente aí que entram as cartas de vôo. Elas possuem diversas informações que visam a levar o piloto em segurança de um ponto ao outro do vôo, estabelecendo caminhos, altitudes, velocidades e demais critérios necessários para a navegação aérea.

TIPOS DE CARTAS:

Existem na aviação diversas cartas diferentes, cada uma com propósitos diversos, que não analisaremos aqui. Vamos apenas esclarecer, em linhas gerais, quais as cartas existentes:

WAC - World Aeronautical Chart: Possui um mapa detalhado com referências visuais para possibilitar o planejamento de vôos VFR.

VAC – Visual Approach Chart: Carta contendo as informações sobre o Circuito de Tráfego de um aeródromo, utilizada para aproximações visuais.

ADC – Aerodrome Display Chart: Carta com o esquema gráfico da estrutura de um aeroporto, contendo as pistas, pistas de táxi e pátios.

PDC – Parking Display Chart: Carta de estacionamento contendo os dados das posições e Gates de um aeroporto.

IAC – Instrument Approach Chart: Procedimento utilizado para aproximações por instrumento para pouso em aeródromo.

STAR – Standart Terminal Arrival Route: Carta com procedimento para entrada em uma Terminal, utilizada para levar o piloto até o ponto de início de uma IAC.

SID – Standart Instrument Departure: Rota de saída de uma Terminal.

ERC – En Route Chart: Carta contendo as aerovias de uma região, pode ser dividida em Low e High, respectivamente aerovias inferiores e superiores.

ARC – Area Route Chart: Carta de Área, contendo as informações gerais sobre a região de uma CTR.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

PLANO DE VÔO

APRESENTAÇÃO DO PLANO DE VÔO:

A informação relativa ao vôo projetado, ou parte do mesmo, será apresentada aos órgãos ATS através de um Plano de Vôo.É compulsória a apresentação do Plano de Vôo:

a) antes de ser realizado vôo IFR;

b) antes da partida de aeródromo provido de órgão ATS;

c) após a partida de localidade desprovida de órgão ATS, se a aeronave dispuser de equipamento capaz de estabelecer comunicação com o órgão ATS; ou

d) sempre que se pretender voar através de fronteiras internacionais.

É dispensada a apresentação do Plano de Vôo para:

a) o vôo de aeronave em missão SAR;

b) o vôo VFR, cuja decolagem seja realizada de aeródromo desprovido de órgão ATS, até que haja possibilidade de estabelecer comunicação com um órgão ATS para apresentação do AFIL; ou se a aeronave efetuar contato com um órgão ATS, sem que tenha apresentado um Plano de Vôo até esse momento, o referido órgão deverá solicitar a apresentação do mesmo. Quando o órgão ATS for o do aeródromo de destino, o mencionado órgão deverá solicitar, pelo menos, o código DAC do piloto em comando e os dados de origem do vôo, tais como: o local de partida e a hora real de decolagem. A fim de evitar a apresentação do AFIL, o vôo VFR que parte de localidade desprovida de órgão ATS poderá apresentar o Plano de Vôo correspondente, previamente, em qualquer Sala AIS de aeródromo, de acordo com o disposto em publicação específica.

c) o vôo VFR de aeronave que não disponha de equipamento rádio, desde que a decolagem seja realizada de aeródromo desprovido de órgão ATS e a aeronave não cruze fronteiras internacionais.

VALIDADE:

O Plano de Vôo apresentado é valido por 45 (quarenta e cinco) minutos a partir da autorização.

MUDANÇA NO PLANO DE VÔO:

Todas as mudanças introduzidas num Plano de Vôo devem ser imediatamente notificadas ao órgão ATS correspondente. Caso o piloto não possa garantir a exatidão da informação prestada com relação à autonomia e/ou ao número de pessoas a bordo, na apresentação do Plano de Vôo, o mesmo deverá, até o momento da partida, informar ao órgão ATS, por radiotelefonia, o valor exato da referida informação.

ESTRUTURA DO ESPAÇO AÉREO

DIVISÃO DO ESPAÇO AÉREO

Espaço aéreo superior

a) limite vertical superior - ilimitado;

b) limite vertical inferior - FL245 exclusive; e

c) limites laterais - indicados nas ERC.

Espaço aéreo inferior

a) limite vertical superior - FL245 inclusive;

b) limite vertical inferior - solo ou água; e

c) limites laterais - indicados nas ERC.

DESIGNAÇÃO DO ESPAÇO AÉREO

a) Regiões de Informação de Vôo;

b) Espaços Aéreos Controlados; ou

c) Espaços Aéreos Condicionados.

CONFIGURAÇÃO DO ESPAÇO AÉREO

Regiões de Informação de Vôo

a) limite vertical superior - ilimitado;

b) limite vertical inferior - solo ou água; e

c) limites laterais - indicados nas ERC.

Espaços Aéreos Controlados

a) Áreas Superiores de Controle (UTA) - compreendem as aerovias superiores e outras partes do espaço aéreo superior, assim definidas;

b) Áreas de Controle (CTA) - compreendem aerovias inferiores e outras partes do espaço aéreo inferior, assim definidas;

c) Áreas de Controle Terminal (TMA) - configuração variável indicada nas cartas e manuais publicados pelo DECEA;

d) Zonas de Controle (CTR) - configuração variável indicada nas cartas e manuais publicados pelo DECEA;

e) Zonas de Tráfego de Aeródromo (ATZ), em aeródromos controlados - configuração variável indicada nas cartas e manuais publicados pelo DECEA.

Espaços Aéreos Condicionados

a) Áreas Proibidas - configuração variável indicada nas cartas e manuais publicados pelo DECEA;

b) Áreas Perigosas – configuração variável indicada nas cartas e manuais publicados pelo DECEA;

c) Áreas Restritas - configuração variável indicada nas cartas e manuais publicados pelo DECEA.

CLASSIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS AÉREOS ATS

Os espaços aéreos ATS são classificados e designados alfabeticamente, de acordo com o seguinte:

a) Classe A - Somente vôos IFR são permitidos; todos os vôos estão sujeitos ao serviço de controle de tráfego aéreo e são separados entre si.

b) Classe B - São permitidos vôos IFR e VFR; todos os vôos estão sujeitos ao serviço de controle de tráfego aéreo e são separados entre si.

c) Classe C - São permitidos vôos IFR e VFR; todos os vôos estão sujeitos ao serviço de controle de tráfego aéreo; os vôos IFR são separados entre si e dos vôos VFR; os vôos VFR são separados apenas dos vôos IFR e recebem informação de tráfego em relação aos outros vôos VFR e aviso para evitar tráfego quando solicitado pelo piloto.

d) Classe D - São permitidos vôos IFR e VFR; todos os vôos estão sujeitos ao serviço de controle de tráfego aéreo; os vôos IFR são separados entre si e recebem informação de tráfego em relação aos vôos VFR (e aviso para evitar tráfego quando solicitado pelo piloto). Os vôos VFR recebem apenas informação de tráfego em relação a todos os outros vôos (e aviso para evitar tráfego, quando solicitado pelo piloto).

e) Classe E - São permitidos vôos IFR e VFR; apenas os vôos IFR estão sujeitos ao serviço de controle de tráfego aéreo e são separados dos outros vôos IFR; todos os vôos recebem informação de tráfego sempre que for possível; aeronaves VFR podem voar neste espaço aéreo sem autorização prévia e sem notificação.

f) Classe F - São permitidos vôos IFR e VFR; apenas os vôos IFR recebem serviço de assessoramento de tráfego aéreo; todos os vôos recebem serviço de informação de vôo, quando solicitado pelo piloto.

g) Classe G - Espaço aéreo no qual são permitidos vôos IFR e VFR, recebendo somente serviço de informação de vôo.

domingo, 27 de janeiro de 2008

Espaço Aéreo Controlado

Introdução

O Espaço Aéreo Controlado é uma porção territorial com dimensões definidas, e que nela está sendo provido o serviço de controle de tráfego aéreo, de acordo com a sua classificação de espaço aéreo.

Serviços

São providos 3 (três) tipos de serviço:

* Serviço de Informação ao Vôo
* Serviço de Alerta
* Vigilância Radar

Serviço de Informação ao Vôo:

O Serviço de Informação ao Vôo (conhecido como Flight Information Service, ou "FIS") é um serviço de controle convencional (não-radar), e que a separação ou o simples conjunto com outros serviços, com o propósito de prover informação suficiente para a segurança e efetividade na condução dos vôos. São aplicadas pelo Serviço de Informação ao Vôo:

* Publicação de serviços básicos, tais como meteorologia, mudança do tipo de serviço dos locais de vôo, condições dos aeródromos ou outra qualquer informação cabível para a segurança.
* O Controlador deve identificar o vôo para posterior monitoramento e coodenações o vôo.
* Os controladores não são responsáveis pela separação do tráfego.

Serviço de Alerta:

O Serviço de Alerta é a fase em que há a prestação de auxílio de navegação ou resgate de algum vôo, e que venha a acompanhar as organizações aéreas responsáveis para o cumprimento do serviço, caso acionado.

Vigilância Radar:

* O serviço de vigilância radar prevê o auxílio direto ao tráfego IFR, SVFR ou VFR. Quando o serviço de vigilância é realizado, os tráfegos são condicionados a:
a) pilotos de aeronaves em vôo IFR são compulsoriamente assistidos; e
b) pilotos de aeronaves em SVFR ou VFR irão ser assistidos, até o momento que o controlador venha a encerrar o serviço.

Regra do Semi-circular:

Todo vôo no Brasil é condicionado ao sistema Semi-circular, ou seja, de acordo com o rumo, deverá obedecer tal nível de vôo (exceto aeronave em aerovia de mão-única). Níveis de vôo 200, 220, 240, 260, 280 e etc, são ditos como "pares", ou seja, têm rumo a oeste; Níveis de vôo 210, 230, 250, 270 e etc, conhecido como níveis "ímpares", são rumo a leste. Acima do FL290, os níveis de vôo de cruzeiro estarão condicionados ao RVSM, e acima do FL410, mantém-se o CVSM (ou seja, separação de 2000ft em 2000ft).

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

SELCAL

O que é ??

Selective Calling, ou chamada seletiva(selcal) é um código de quatro letras utilizado nas comunicações em ondas curtas, entre aeronaves e centros de controle, principalmente em vôos longos e quando se está fora do alcance das comunicações em vhf.

Como funciona ? (Real)

Como o som do HF é ruim em qualidade ou seja excesso de ruidos, e não possui squelch, torna-se incomodo deixar o rádio ligado no cockpit, então logo no primeiro contato com o centro, o piloto informa para o controlador/operador o código selcal de sua aeronave para que seja feita uma chamada.

Nessa chamada uma luz indicativa acende no painel e um sinal audível bem característico é ouvido na cabine de comando da aeronave.

Assim cada vez que o operador do centro desejar enviar qualquer tipo de mensagem para determinada aeronave em vôo, ele apenas seleciona o selcal testado anteriormente.O código selcal de cada aeronave é apresentado em uma placa no painel da aeronave, junto com a matricula.

Como funciona ? (Virtual)

Na aviação virtual, será implantada a seguinte forma:

Ao preencher o plano de vôo, deverá ser inserido no Remark o seguinte exemplo:SEL/ABCD. Para se fazer o teste de chamada, o controlador selecionará a aeronave desejada e enviará a mensagem digitando o código selcal da aeronave(que foi inserida no plano de vôo).

Dessa forma, todas as aeronaves que estiverem na frequencia poderão receber a mensagem enviada, só que a aeronave a qual foi feita a chamada, irá receber a mesma mensagem, só que na cor azul e também ouvirá o “Din-Don”do Squawkbox / FsInn.

Regras básicas de códigos

O código selcal transmitido pelo centro, consiste em dois pulsos ou sinais de rádio frequencia.Um meio simples para a verificação da autencidade de um código selcal é atribuir números às letras, por exemplo:A=1, B=2, a segunda e a quarta letra do código deverão sempre ter um valor maior que a primeira e terceira, respectivamente, em outras palavras, o código AB-CD é correto,mas o BA-CD não existe.

Vantagens de seu uso

A maior vantagem do uso do selcal é a não nescessidade de deixar o volume do rádio aberto, pois quando a luz indicadora do selcal se acender, a tripulação saberá que está sendo chamada pelo centro de controle.
Evitando dessa forma a perturbação dentro da cabine de comando.

Espaço Aéreo Nacional

O Espaço Aéreo Brasileiro compreende todo o Território Nacional e a porção náutica territorial. Ela é dividida em cinco porções, representadas por FIR – Flight Information Regions (Regiões de Informação ao Vôo), cada qual, responsável pelo Controle de Tráfego Aéreo.

Região de Informação ao Vôo – Curitiba (CWB)

Compreendida na porção mais austral do Brasil, compreende todos as Unidades Federativas da Região Sul, bem como a metade do Estado de São Paulo e totalidade de Mato Grosso do Sul. Na vida real, tem como responsável pela manutenção da integridade e da soberania do Espaço Aéreo Brasileiro, na FIR, o CINDACTA II (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo – Região 2), localizado em Curitiba (no Aeroporto do Bacacheri).
Curitiba FIR na IVAO: http://br.ivao.aero/sbcw

Região de Informação ao Vôo – Brasília (BSB)

Área central do nosso País, que é responsável pelo Controle de Tráfego Aéreo dos Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás e Distrito Federal, porção norte do Estado de São Paulo, sul do Tocantins e leste de Mato Grosso. Nessa Região de Informação ao Vôo estão localizadas as Terminais de Controle de Tráfego Aéreo mais movimentadas do Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. O CINDACTA I – localizado na Cidade de Brasília/DF – é o responsável pelo controle nessa região.
Brasilia FIR na IVAO: http://br.ivao.aero/sbbs

Região de Informação ao Vôo – Recife (REC)

A Área de Controle de Recife é a responsável pela Vigilância e Controle do Nordeste brasileiro, exclusive a parte oeste do Estado do Maranhão. Tem como responsável o CINDACTA III, localizado na Cidade de Recife/PE. Tem alguns dos principais destinos do verão brasileiro, sendo visitado por milhares de turistas – estrangeiros, ou não – tendo como principais destinos: Salvador, Recife, Natal e Fortaleza. Além disso, encontra-se em alto-mar a Ilha de Fernando de Noronha, e nela encontra-se o Aeroporto de Fernando de Noronha, capacitado a receber aviões de médio porte (tais como Fokker 100 e Boeing 737), de administração pública, e operada pela INFRAERO.
Recife FIR na IVAO: http://br.ivao.aero/sbre

Região de Informação ao Vôo – Atlântico (ACO)

Localizada dentro do CINDACTA III em Recife, tem como responsabilidade a gerência da Região Oceânica que separa o Brasil da Europa e África.
Atlântico FIR na IVAO: http://br.ivao.aero/sbao

Região de Informação ao Vôo – Amazônica (AMZ)

A Selva Brasileira é gerenciada por essa FIR, compreendendo a Região Norte do Brasil, parte Oeste de Mato Grosso e Maranhão, e porção norte do Tocantins. Por lá passam todos os vôos rumo ou oriundos da América do Norte e Central. O CINDACTA IV está localizado em Manaus.
Amazônica FIR na IVAO: http://br.ivao.aero/sbaz

sábado, 12 de janeiro de 2008

Transporte aéreo de passageiros cresce 11,9% em 2007

Mesmo com diversos problemas no tráfego aéreo, o setor cresceu pelo quarto ano consecutivo

Apesar dos problemas nos aeroportos, devido aos atrasos e cancelamentos de vôos em todo o País, somado a paralisação das operações da BRA desde novembro, o transporte aéreo de passageiros no Brasil cresceu 11,9% em 2007, em comparação ao ano anterior. Trata-se do quarto crescimento anual consecutivo do setor desde 2004. Além disso, houve um aumento de 16,3% na oferta de assentos no ano passado, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Por outro lado, nos vôos internacionais as companhias aéreas brasileiras registraram uma queda de 5,1% no fluxo de turistas, apesar da quantidade de lugares nos aviões ter avançado 6,8%. É a segunda queda anual consecutiva, depois do recuo de 30,2% registrado em 2006. Esse resultado foi influenciado pela crise da Varig, que praticamente não opera mais no exterior há dois anos, o que segundo especialistas deverá trazer impactos ao setor em 2007.

Segundo André Castellini, consultor especializado em aviação da Bain & Company, o crescimento do fluxo de passageiros em 2007 foi impulsionado pelas promoções, principalmente as da TAM e da Gol. De acordo com Castellini, ambas lideraram um movimento que levou a uma redução média de 20% nos preços das passagens no mercado doméstico. Porém, o consultor ressalta que essas promoções custaram caro para as companhias. "O avião decolar com assentos vazios é o produto mais perecível possível. Muito do crescimento de 2007 foi feito com promoções", avalia.

Somadas, as três maiores empresas aéreas do País - TAM, Gol e Varig, estas duas últimas do mesmo grupo desde abril - responderam por 91,88% do fluxo de passageiros no mercado doméstico em 2007. O ranking dos vôos domésticos é liderado pela TAM, que se mantém nessa posição desde julho de 2003, respondendo por 48,86% do fluxo de passageiros em 2007, com alta de 14% em comparação aos 47,96% do ano anterior. A segunda colocação é da Gol, com 39,56%, um aumento de 5,51 pontos porcentuais na comparação com 2006. A Varig obteve a terceira posição, com 3,46%. A soma das operações da Gol e da Varig no País resulta numa fatia de 43,02% do mercado doméstico.

Mesmo sem operações desde novembro, a BRA aparece no levantamento da Anac na quarta posição, com 2,81% do fluxo de passageiros no mercado doméstico, seguida da OceanAir, que assumiu as operações da BRA, com 2,43%.

A hegemonia nos vôos internacionais também se mantém com a TAM, Gol e Varig. Juntas, representaram 94,75% do transporte de passageiros entre as companhias aéreas brasileira em 2007. A TAM teve fatia de 67,49%. Já Gol respondeu por 14,2% do fluxo de turistas. A Varig, por sua vez, foi responsável por 13,06% do total do transporte de passageiros para fora do País.